Sobre este modelo
O modelo Capa de vinil é uma carta de equilíbrio quadrado inspirada numa capa de vinil de abrir : nome grande tratado como título de álbum, pequeno autocolante estilo label no canto com competências em formato tracklist, corpo em Folio Bold centrado como nas prensagens de jazz. As proporções respeitam as 12 polegadas (30,48 cm) da capa LP padrão, e a tipografia evoca diretamente as capas Blue Note dos anos 1950-60 (Reid Miles design).
Para que perfil?
Convém a candidatos em editoras discográficas (Slow Records Lisboa, Lovers & Lollypops, na Brasil Selo Sesc, Slow Records, Goma Gun), reedições de vinil (Bairro Records Lisboa, na Brasil Tratore, Polysom), festivais de música (Jazz em Agosto Lisboa, Festival Estoril Open Jazz, na Brasil Bourbon Street Festival SP), clubes de jazz (Hot Club Lisboa, Mariza-Avenida Liberdade jazz house), estúdios de engenharia de som e jornalismo musical (Blitz Magazine Lisboa, na Brasil Rolling Stone Brasil, Noisey BR). Produtores de som, A&R, jornalistas musicais, label managers e programadores de eventos — não para CVs tech, finanças ou setores corporate formais.
Como utilizar
O nome em tratamento « título de álbum » (Folio Bold 30-40pt) deve dominar a metade superior. O autocolante label (5x5 cm no canto superior direito) contém as competências em formato tracklist : « 1. Mixing analog tape », « 2. Mastering 24-bit/96kHz », « 3. A&R jazz contemporâneo ». O corpo em Folio Bold 10pt fica centrado em três parágrafos curtos sobre o terço inferior. Abre sobre um lançamento concreto (uma master para uma reedição Polysom, um A&R para Slow Records, uma engenharia para um disco Hot Club). Junta links Discogs com os teus créditos listados, Bandcamp da editora, ou SoundCloud com mixes profissionais. Para candidaturas em editoras brasileiras, valoriza a tua eventual familiaridade com o circuito Tropicália revisitada (Hyldon, Marcos Valle reedições).
Perguntas frequentes
Funciona para uma candidatura em rádio?
Para rádios musicais com forte componente curatorial (Antena 3 RTP, Rádio Universidade de Coimbra, na Brasil Rádio Tatuí, Rádio USP em programas de jazz), sim — a estética vinil sinaliza familiaridade com a curadoria musical de cultura material. Para rádios mainstream (Rádio Comercial, Mega Hits, na Brasil Antena 1 FM mainstream), prefere uma carta mais sóbria. A pergunta-chave : a rádio reivindica uma cultura do disco como objeto?
Devo listar os meus créditos Discogs?
Sim, em assinatura, com link direto para o teu perfil Discogs (discogs.com/user/X) onde os recrutadores podem verificar todos os teus créditos enumerados. Os A&R, label managers e jornalistas musicais usam Discogs como currículo oficial do setor — uma candidatura sem perfil Discogs activo sinaliza um perfil prematuro. Cuida do teu perfil antes de enviar a carta.
Funciona para um cargo em streaming digital?
Para plataformas streaming com curadoria editorial forte (Spotify Editorial team Lisboa, Apple Music editorial, Bandcamp editorial), sim — a cultura do disco-objeto continua a ser ADN dessas equipas. Para plataformas streaming algorítmicas puras (Spotify Algorithm team, Amazon Music algorithm), prefere uma carta mais centrada em data-driven music intelligence. Adapta consoante a função editorial vs algorítmica do cargo.