Modelo de carta de apresentação

Grelha de agência criativa

Carta sobre grelha de 12 colunas que divide o corpo em blocos modulares ao estilo case study de agência. GT America para os títulos, IBM Plex Mono para os metadados, acento amarelo neon no parágrafo de fecho.

  • criativo
  • agência
  • grelha
  • branding
  • modular
  • case-study
  • estúdio
Criativo
  • Testado e parseável pelos ATS
  • Disponível em 180+ idiomas
  • Editável no nosso editor online
  • Exportação PDF e DOCX pronta
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Grelha de agência criativa

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Sobre este modelo

O modelo Grelha de agência criativa é uma carta sobre grelha de 12 colunas que divide o corpo em blocos modulares ao estilo case study de agência. GT America para os títulos, IBM Plex Mono para os metadados, acento amarelo neon no parágrafo de fecho. A estrutura imita exatamente as apresentações de cases das grandes agências de design (Pentagram, Wolff Olins, Sagmeister & Walsh, na Iberia Coming Soon Lisboa, Brand Brothers Porto, no Brasil Tátil Design, Maeve, GAD').

Para que perfil?

Convém a candidatos que visam agências de branding (Coming Soon Lisboa, Brand Brothers Porto, Wieden+Kennedy, Pentagram), estúdios de design, consultoras criativas (R/GA, AKQA, Huge, no Brasil DM9, AlmapBBDO, F.biz, Africa) e equipas criativas in-house de marcas nativas digitais (Talkdesk, OutSystems, Sword Health, Nubank, Stone). Designers, estrategas, copywriters, account directors e produtores criativos habituados a pensar em casos modulares — não para vias académicas, jurídicas ou corporate formais.

Como utilizar

A grelha de 12 colunas deve estruturar três blocos principais : « About » (apresentação em 50-80 palavras), « Selected work » (3 a 4 cases referenciados com cliente + resultado medido), « Why this agency » (motivação específica em 60-100 palavras). Cada case deve ser falsificável : « Brand identity for Sword Health (2024) — adopted across 12 markets, NPS +18 » em vez de « Worked on a leading SaaS brand ». GT America deve ficar exclusivamente para títulos (Bold 14pt), IBM Plex Mono para metadados (Regular 9pt). O acento amarelo neon serve apenas para sublinhar uma palavra-chave no parágrafo de fecho. Junta link para portefólio com cases completos. Para agências brasileiras (DM9, F.biz, AlmapBBDO), inclui cases com prémios Cannes Lions, ADCB ou Clube de Criação SP — esses prémios pesam no recrutamento.

Perguntas frequentes

Quantos cases incluir?

Três a quatro cases no máximo na carta. Acima, perdes o efeito modular case study agência e a carta torna-se um portefólio comprimido. Os cases incluídos devem ser os mais recentes (menos de 2 anos), os mais reconhecidos (clientes blue-chip ou referências do setor) e os mais alinhados com a posição visada. Reserva o resto para o portefólio completo em link, que o recrutador abrirá se a carta convencer.

Devo indicar resultados medidos?

Sim, sistematicamente : « adoção em X mercados », « lift de Y % em métrica Z », « cobertura de imprensa em N publicações », « prémios obtidos ». As agências de branding contemporâneas (Wolff Olins, R/GA, Pentagram, na Iberia Coming Soon Lisboa) vendem efetividade aos seus clientes — uma candidatura sem resultados medidos sinaliza um perfil de execução, não de strategy. Mesmo para um cargo júnior, indica resultados de projetos académicos ou freelance.

Funciona para agência de publicidade tradicional?

Para as agências de publicidade com forte componente brand (DM9, AlmapBBDO, F.biz no Brasil ; Havas, Publicis, BBDO no eixo Iberia), sim. Para agências de performance pura (Performance Marketing Agencies, agências SEO/SEA), prefere antes uma carta mais centrada em métricas digitais (CAC, LTV, ROAS, CTR). A grelha case study agência é otimizada para o universo brand-craft, menos adaptada ao universo growth-data.

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