Sobre este modelo
O modelo Revista editorial é uma carta maquetada como uma dupla página de revista : dropline GT Sectra de grande dimensão, corpo a duas colunas em Source Serif, antetítulos em versaletes sobre cada parágrafo. As margens respeitam uma grelha de direção de arte print. A maquetação evoca diretamente as duplas páginas de Apartamento, The Gentlewoman, Wallpaper*, na Brasil Piauí, ZUM Magazine, e respeita as proporções clássicas das revistas culturais contemporâneas.
Para que perfil?
Convém a candidatos em imprensa escrita (Público, Expresso, Observador, Diário de Notícias, na Brasil Folha de São Paulo, O Globo, Estadão, Veja), edição de revistas (Umbigo Magazine Lisboa, Wrong Wrong, Apartamento, na Brasil Piauí, Bravo!, ZUM, GQ Brasil), editorial cultural, media podcast com forte componente narrativa long-form (Fronteiras do Pensamento Brasil, Inconfidências Lisboa) e design de livro. Editores, diretores de arte, copywriters, jornalistas e designers habituados a pensar em dupla página — não para CVs tech, portais ATS ou cargos finance.
Como utilizar
O dropline em GT Sectra (60-80pt) deve resumir o ângulo da tua candidatura numa frase editorialmente forte — não uma fórmula genérica, mas uma proposta. Exemplo : « Doze anos a editar Apartamento Magazine ao serviço da slow journalism. » Sob o dropline, o corpo a duas colunas em Source Serif (9pt) flui como num artigo de revista. Os antetítulos em versaletes (Source Serif Caps 8pt) introduzem cada parágrafo com uma palavra-chave (« Trajeto », « Selo », « Visão »). Junta link para portefólio de assinaturas publicadas (Medium, Substack, blogs profissionais) ou para PDF de dossiers anteriores. Para candidaturas em revistas brasileiras (Piauí, ZUM), valoriza a tua familiaridade com o circuito de fellowships (Bolsa Energisa, Bolsa Itaú Cultural).
Perguntas frequentes
É demasiado autoreferente para uma candidatura editorial?
Não, é o suporte coerente com o ofício. Os editores e diretores de arte de revistas avaliam a familiaridade do candidato com a gramática de revista logo no suporte que escolhe — uma candidatura em maquetação Word genérica para um cargo de editor sinaliza falta de imersão. A maquetação revista é, em si, parte do pitch. Mantém-na irrepreensível na hierarquia tipográfica e nas margens.
Como adaptar para uma candidatura em rádio ou podcast?
Para rádios e podcasts com forte componente editorial (Antena 2, RDP África, na Brasil Rádio USP, Inconfidências Lisboa em formato áudio), funciona se reescreves o dropline como um título de programa ou episódio. Junta links SoundCloud ou Spotify Podcasts em assinatura para audição imediata. A maquetação revista sinaliza familiaridade com long-form narrativo, transferível entre suportes papel-áudio.
Devo mencionar bolsas ou fellowships?
Sim, sistematicamente, num antetítulo dedicado (« BOLSAS ») em duas linhas no máximo : « Bolsa Gulbenkian de Investigação 2024 — projeto X sobre Y. » Os recrutadores em jornalismo cultural e editorial atribuem peso elevado às bolsas reconhecidas (Gulbenkian, Pulitzer Center, Energisa Brasil, Itaú Cultural) — são frequentemente o sinal mais forte de capacidade autoral demonstrada antes da entrevista.