Modelo de carta de apresentação

Cassete áudio

Carta retro construída como uma capa J-card de cassete : a barra lateral com tracklist acolhe os contactos, corpo em Space Mono com títulos manuscritos a marcador, palette bicroma castanho fita magnética e branco etiqueta.

  • criativo
  • cassete
  • retro
  • música
  • indie
  • analógico
  • mono
Criativo
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Cassete áudio

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Sobre este modelo

O modelo Cassete áudio é uma carta retro construída como uma capa J-card de cassete : a barra lateral com tracklist acolhe os contactos, corpo em Space Mono com títulos manuscritos a marcador, palette bicroma castanho fita magnética e branco etiqueta. A maquetação respeita as proporções exatas das capas Maxell e TDK dos anos 1980-90, e a tipografia monospace evoca diretamente a era das demos analógicas. Lê-se à primeira vista como o trabalho de alguém familiarizado com a cultura indie sound design.

Para que perfil?

Convém a candidatos em editoras indie (Lovers & Lollypops em Lisboa, Spinning Top no Porto, na Brasil Slow Records, Selo Sesc), rádios vintage (Rádio Vivace, Antena 3 em Portugal, Rádio Cidade Brasil), engenharia de som (estúdios SUPERSTOCK em Lisboa, Estúdios Toca do Bandido São Paulo), estúdios de jogos retro (estúdios indie europeus e brasileiros que privilegiam pixel art e chiptune), redes de podcasts lo-fi e comunidades de sintetizadores analógicos. Sound designers, A&R, jornalistas musicais, DJs de mixtape — quem descreva a sua marca pessoal como « indie anos 90 ». Não para música clássica orquestral, finanças ou setores formais.

Como utilizar

A tracklist na barra lateral deve incluir competências em vez de cargos, escritas como títulos de faixas : « A1. Mixing analógico », « A2. Field recording », « B1. Sound design para jogos », « B2. Engenharia ao vivo ». Abre sobre uma sessão concreta (uma masterização para um EP indie, um field recording em Sintra para um podcast, um sound design para um jogo indie luso-brasileiro). Junta sempre links Bandcamp, SoundCloud ou Mixcloud — uma carta cassete sem amostras sonoras perde a sua justificação. Para candidaturas em editoras brasileiras (Slow Records, Selo Sesc), valoriza eventuais sessões em estúdios SP-Rio. Exporta em PDF a 300 DPI.

Perguntas frequentes

É lida como autêntica ou como nostálgica de pacotilha?

Depende da execução. Se a tracklist tem competências reais com referências verificáveis e os links levam a sessões audíveis no Bandcamp ou SoundCloud, é lida como autêntica. Se a tracklist é genérica (« A1. Criatividade », « A2. Trabalho em equipa »), é lida como nostalgia de pacotilha. A regra : o suporte cultural só funciona se o conteúdo o justifica.

Funciona para candidaturas em rádio pública?

Para Antena 3 (RTP), o canal mais aberto à cultura indie em Portugal, sim. Para Antena 1 e Antena 2 (formato mais clássico/institucional), prefere uma carta mais sóbria. Para a Rádio Comercial e Mega Hits (formato pop comercial), a estética cassete pode parecer culturalmente desencontrada. Adapta consoante o posicionamento musical do canal, não consoante o seu estatuto público ou privado.

Posso mencionar o meu Bandcamp em assinatura?

Sim, é altamente recomendado, e melhor ainda se incluíres o número de lançamentos, a contagem de seguidores e o nome de uma editora de referência que recebeu o teu trabalho. Os recrutadores das editoras indie passam pelos perfis Bandcamp antes da entrevista — uma página vazia ou três faixas com 12 plays cada uma sinaliza um perfil prematuro. Pelo menos um EP completo com vários milhares de plays.

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