Sobre este modelo
O modelo Editorial moda é uma carta extraída de uma revista de moda : maiúsculas Didot de grande dimensão para o nome, filetes horizontais finos, corpo justificado em Garamond. Brancos generosos e um único acento ouro rosa — a linguagem visual das capas Vogue. A tipografia Didot é a referência absoluta da imprensa de moda desde Harper's Bazaar dos anos 1930, e a maquetação respeita as proporções clássicas das capas de Vogue Portugal, Vogue Paris e Vogue Brasil.
Para que perfil?
Convém a candidatos em casas de moda (Constança Entrudo Lisboa, Marques'Almeida Porto-Londres, na Brasil Animale, Lenny Niemeyer, Patbo, Osklen), beauty luxo (La Mer, La Prairie, na Iberia Castelbel premium, na Brasil Granado Linha Bebê Coleção), e-commerce de alta gama (Farfetch Porto, Net-a-Porter, Mr. Porter, na Brasil Iguatemi.com), imprensa moda (Vogue Portugal, Máxima Lisboa, na Brasil Vogue Brasil, Elle Brasil, Harper's Bazaar BR) e agências de talentos criativos (Karla Otto Lisboa, na Brasil Mariane Beck SP). Responsáveis de PR, editores de moda, stylists, diretores de arte e brand storytellers em setores onde a gramática de revista se lê como nativa — não para tech, banca, saúde ou filtros ATS.
Como utilizar
Didot deve ocupar o nome em maiúsculas (50-60pt) sobre o terço superior. Os filetes horizontais finos (0,5pt) separam o nome dos contactos e os contactos do corpo. Garamond em 10pt justifica-se no corpo em três parágrafos curtos. O acento ouro rosa (#E8B4B8 referência) usa-se apenas uma vez (sublinhado de uma palavra-chave). Abre sobre uma colaboração concreta (um styling para um editorial Vogue Portugal, uma PR para um lançamento Patbo, uma direção de arte para uma campanha Marques'Almeida). Junta link para portefólio com fotos editoriais publicadas, ou para PDF de dossiers de imprensa. Para candidaturas em Farfetch (sede Porto), valoriza eventuais conhecimentos de e-commerce luxo (catalogação, gestão de estoque, performance digital). Exporta em PDF a 300 DPI para preservar a finura dos filetes.
Perguntas frequentes
Funciona para uma candidatura em fast-fashion?
Não — a estética Didot-Garamond ouro rosa sinaliza luxo e slow fashion, em desfasamento com a cultura visual da fast-fashion (Zara, H&M, Bershka, na Brasil Renner, Riachuelo). Para fast-fashion, prefere antes uma carta mais sóbria e centrada em métricas (volumes, rotação de coleção, time-to-market). Para o segmento contemporary-luxo (COS, Arket, & Other Stories, Patbo), o modelo paga.
Devo juntar fotos editoriais ao portefólio?
Sim, é essencial. Os recrutadores em moda avaliam o portefólio antes da carta — uma candidatura para um cargo de stylist, brand manager ou diretor de arte sem fotos editoriais publicadas é descartada. Idealmente, o portefólio deve conter 6-8 editoriais publicados em revistas reconhecidas (Vogue, Elle, Harper's Bazaar, Numéro) com data e edição precisas. Para um perfil júnior, projetos académicos com qualidade editorial podem substituir.
Funciona para candidaturas em e-commerce luxo?
Para Farfetch (sede no Porto), Net-a-Porter, Mr. Porter, na Brasil Iguatemi.com, sim — a cultura visual interna desses retailers continua editorial (apesar do core tech-data). Para candidaturas em equipas tech puras desses retailers (Backend Engineering Farfetch, Data Science Net-a-Porter), prefere um modelo mais corporate-tech. Adapta consoante o departamento visado, não a marca holding.