Sobre este modelo
O modelo Torre é uma carta executiva com um único bloco vertical alto em ardósia escura que desce pela margem esquerda, nome centrado em Trajan, corpo em Lyon Text. A ancoragem vertical evoca um arranha-céus corporate e sinaliza a escala mais do que o artesanato. Compatível com os ATS dos grandes conglomerados e dos fundos de infraestrutura (Workday em Brookfield Asset Management, Macquarie Infrastructure, GIP, Stonepeak, Mota-Engil, Teixeira Duarte, Soares da Costa, Sonae Construção).
Para que perfil?
Dirige-se aos executivos que se candidatam a trusts imobiliários comerciais (Sonae Sierra, Mota-Engil, Galp Energia Imobiliária, Hammerson, Land Securities), GP de fundos infraestrutura (Macquarie, GIP, Brookfield, Stonepeak, Ardian Infra), grandes conglomerados engenharia-construção (Mota-Engil, Teixeira Duarte, Soares da Costa, Vinci, Bouygues) e divisões corporate banking de bancos globais. Originadores sénior, managing directors corporate banking, principais de fundos imobiliários e sócios de fundos infra. Não adequada para consultoria boutique ou setores guiados pelo ofício.
Como utilizá-la
O bloco vertical ardósia deve permanecer ancorado a 15 mm do bordo esquerdo, sem nunca atravessar o bloco texto — é a sua verticalidade que carrega o registo, não a sua proximidade com o corpo. O gancho entra no tema por uma referência à escala: «Na sequência da vossa operação de [tamanho] em [setor]». O parágrafo 2 cita as suas operações em enterprise value ou em tamanho de carteira («8 B€ de AuM infraestrutura brownfield, 12 operações finalizadas em 6 anos»). O parágrafo 3 articula a contribuição futura com referência a um setor visado.
Perguntas frequentes
É adequada aos fundos de infraestrutura brownfield ou greenfield?
Sim para ambos. Para o brownfield (Macquarie Asset Management, GIP, Stonepeak), ponha o acento nas operações finalizadas e nos yields delivered. Para o greenfield (Meridiam, Brookfield Renewables, Antin Infrastructure), cite os projetos construídos, o track record EPC e as parcerias público-privadas.
É preciso citar as minhas operações sob NDA?
Descreva a operação pelo seu perímetro técnico sem nomear o alvo: «Aquisição de um operador autoestradista ibérico, EV 1,8 B€, finalização Q3 2023». Os comités de fundos infraestrutura reconhecem os deals pelas suas características técnicas.
A carta é adequada para um conglomerado de construção?
Sim para Mota-Engil, Teixeira Duarte, Soares da Costa, Vinci, Bouygues, Eiffage, Strabag, Skanska — que apreciam o registo Torre em correspondência sénior. Mencione as suas PPP (parcerias público-privadas) geridas, os volumes de carteira de encomendas e a experiência geográfica (Angola, Moçambique, Brasil, Médio Oriente).