Sobre este modelo
O modelo Private equity é uma carta de motivação profissional em Source Serif com caixa deal-tombstone navy profundo e ouro no topo: nome do fundo, setor, vintage, múltiplo. O corpo mantém-se em serif apertado, sem decoração — construída em torno de uma referência de deal em vez de uma narrativa longa. O formato evoca os anúncios de closing publicados em Mergermarket, Jornal de Negócios ou Valor Econômico Brasil. Compatível com os ATS dos fundos de PE (Workday em Magnum Capital, Lever em Explorer Investments, Greenhouse em Oxy Capital, SmartRecruiters em AMP Brasil) e dos grandes family offices (Espírito Santo Holdings pré-resolução, Holding José de Mello, Family Office Itaú Brasil).
Para que perfil?
É adequado a associates, principals, partners e investment directors de private equity, bem como ex-banqueiros M&A que passam para o buy-side. Perfis cujo track record de deals fala mais alto que qualquer prosa de carta — assinaram no LBO Brisa, no secondary buy-out Logoplaste ou na cessão Petrobras Distribuidora Brasil — e querem que o formato visual sinalize imediatamente a sua liga. Pertinente também para os perfis em venture growth (Indico Capital Partners Growth, Faber Ventures Growth, Iporanga Brasil) que adotam os códigos do PE tradicional.
Como utilizá-lo
O deal-tombstone no topo deve citar um único deal — aquele que define a sua atual seniority, não o seu melhor deal de carreira. Formato: « Project Alfa / Industrials / 2024 / 3.2x MoIC ». O corpo da carta, em quatro parágrafos curtos, deve articular tese de investimento, contribuição pessoal, lição aprendida e ângulo para o fundo escolhido. Evite os superlativos: o setor prefere um deal médio bem descrito a dez deals empilhados sem contexto. Mencione o seu carry atual (vesting status) apenas se candidata a um cargo partner onde a diluição carry é negociada.
Perguntas frequentes
Há que mencionar o carry e as modalidades de transição?
Ao nível partner e investment director, sim — é o que o comité de seleção quer saber. Mencione sobriamente o estado de vesting (« carry vested a 60 % sobre o fundo IV »), a sua disponibilidade contratual (« non-compete seis meses sobre o setor core do fundo atual ») e a possibilidade de um roll-over parcial sobre os deals em curso. Ao nível associate, é inútil: a sua carta joga-se no deal mencionado, não nas modalidades.
Como descrever um deal que correu mal (write-off ou rendimento dececionante)?
Mencione-o sobriamente no corpo da carta (« Project Beta / Tech / 2021 / 0.7x MoIC, saída parcial sob pressão covenants »), seguido da lição retida. Os fundos de PE valorizam a capacidade de diagnosticar um fracasso mais do que a imagem de um track record sem mancha. Mentir sobre um MoIC verifica-se em cinco minutos via Preqin ou PitchBook — toda aproximação detetada queima-o em toda a praça.
O formato convém para candidatar num fundo estrangeiro (KKR, CVC, Carlyle)?
Sim, sem modificação estrutural. Os códigos do deal-tombstone são internacionais: um partner KKR Madrid ou um MD Carlyle Londres lê imediatamente o formato. Adapte apenas o idioma da carta (inglês business) e as convenções de naming dos deals consoante candidate sobre a prática LBO mid-cap, growth ou infrastructure. Para os megafundos americanos (KKR, Apollo, Blackstone), letter-prof-private-equity permanece mais adequado que letter-prof-due-diligence.