Modelo de currículo

Carta de Tarô

Maquetação mística ao estilo carta de tarô com ornamentos dourados, título Cinzel Decorative, numerais romanos e detalhes esotéricos. Para artistas e perfis esotéricos que querem um currículo que se leia como um Arcano Maior.

  • criativo
  • tarô
  • cinzel
  • dourado
  • místico
  • tatuagem
  • ilustração
Criativo
  • Testado e parseável pelos ATS
  • Disponível em 180+ idiomas
  • Editável no nosso editor online
  • Exportação PDF e DOCX pronta
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Carta de Tarô

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Sobre este modelo

O modelo Carta de Tarô assume uma maquetação mística: ornamentos dourados, título Cinzel Decorative, numerais romanos, detalhes esotéricos. O CV lê-se como um Arcano Maior — ornamentado, simbólico, carregado de sinais culturais precisos (referências ao Tarô de Marselha Conver, ao Tarô Visconti-Sforza, ao Thoth Tarot de Crowley-Harris, à tradição ocultista de fim de século). Não é um CV ATS-safe e assume-o completamente: é pensado para um destinatário humano que fala este código simbólico ou que o reconhece pelo menos como uma posição de autor. Formato fortemente tipificado — a reservar para contextos onde a simbologia faz parte da conversa, e a evitar em qualquer outro lugar.

Para que perfil?

Para tatuadores (cena esotérica fina: Sang Bleu Londres, Tomas Tomas, Maxime Plescia-Buchi como referência), ilustradores especializados em editorial esotérico, criadores de conteúdo ocultista e de tarôs artísticos contemporâneos (Wild Unknown, Modern Witch Tarot, Tarô das Bruxas, Lumen Tarot, Light Seer's Tarot), designers de marcas místicas (Susan Miller Astrology Zone, Co-Star, Sanctuary, The Pattern) e artistas que se candidatam em galerias de arte popular (Coal Mine Gallery Paris, La Maison Rouge heritage), editoras independentes (Pulp Editions, Antígona Editores tradição esotérica, Sistema Solar editorial ocultista, Tinta da China em coleções específicas, Quetzal Editores) e marcas de tarô ou wellness. Adaptado a diplomados de Belas-Artes especializados em gravura e ilustração editorial, ESAD Caldas da Rainha ilustração, FBAUL ilustração, IADE ilustração, Penninghen direção artística, e perfis autodidatas oriundos da cena tattoo indie.

Como utilizá-lo

Integra a URL do portfolio no cabeçalho com domínio pessoal em extensão tipificada (.art, .ink, .studio) — não um Instagram público que mistura vida privada e trabalho. Privilegia um site one-page lento a carregar, ornamentado, que assuma a mesma carga simbólica. Na secção Obras, lista 5-7 projetos de destaque com o tipo (baralho de tarô completo, ilustração editorial, série de gravuras, identidade visual de marca mística), o editor ou comissionador, a tiragem se aplicável e o ano. Para encomendas confidenciais (típico para tarôs criados por encomenda para uma marca wellness), mantém-te sóbrio. Coerência portfolio esperada: Instagram pro que assume o registo, não uma conta mista que dilui. Long-tail: « CV ilustrador editorial esotérico », « modelo CV designer marca mística », « CV tatuador Sang Bleu », « CV criador tarô artístico », « CV ilustrador Antígona Editores tradição esotérica ».

Perguntas frequentes

O modelo convém para uma candidatura em edição infantil ou imprensa generalista?

Não, a evitar para edição infantil (Planeta Tangerina, Bruaá, Pato Lógico, Orfeu Mini) e imprensa generalista (Público, Diário de Notícias, Expresso, Visão, Observador) onde o registo místico será lido como defeito de juízo contextual. O modelo está calibrado para a cena específica ilustração esotérica, tatuagem de assinatura, marcas místicas e publicações dedicadas (Sang Bleu, Apollo magazine, Vestoj em alguns números). Para uma transição para a imprensa generalista, prefere um CV neutro e faz do portfolio em link o único portador da tua assinatura.

É preciso citar as referências esotéricas utilizadas no meu trabalho (Marselha, Thoth, Visconti)?

Sim, é esperado e é precisamente o que distingue um candidato sério de um oportunista. Numa curta secção « Investigação e referências » (3-4 linhas), cita as fontes principais (Tarô de Marselha edição Conver-Burdel 1760, Thoth Tarot Crowley-Harris 1944, Visconti-Sforza, Rider-Waite-Smith 1909) e as referências teóricas (Alejandro Jodorowsky « A Via do Tarô », Mary K. Greer na tradição anglo-saxónica, Rachel Pollack « Setenta e Oito Graus de Sabedoria »). Os comissionadores sérios do segmento (Pamela Colman Smith heritage em alguns editores) detetam imediatamente um candidato que fez o trabalho.

Como apresentar uma atividade de praticante (tarólogo, astrólogo) em paralelo à prática artística?

Com prudência e conforme o destinatário. Para marcas místicas e editores ocultistas, a atividade de praticante reforça a legitimidade — cria uma secção dedicada « Prática » com as formações seguidas (Camoin Tarot School, Mountain Astrologer, certificações eventuais) e o modo de exercício (consultas individuais, workshops, escrita). Para candidaturas em edição generalista ou em agência, omite ou condensa numa linha em « Interesses »: a dupla postura artista-praticante deve ser lida contextualmente, senão desqualifica.

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