Modelo de currículo

Impressão Riso

Efeito de impressão risograph com círculos desregistados magenta/azul, tipografia Space Grotesk e textura de tiragem manual. Para designers print e diretores artísticos fluentes no ofício analógico da edição contemporânea.

  • criativo
  • riso
  • print
  • space-grotesk
  • editorial
  • zine
  • indie
Criativo
  • Testado e parseável pelos ATS
  • Disponível em 180+ idiomas
  • Editável no nosso editor online
  • Exportação PDF e DOCX pronta
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Impressão Riso

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Sobre este modelo

O modelo Impressão Riso joga a estética risográfica: círculos magenta/azul desregistados, tipografia Space Grotesk, textura de tiragem manual. Não é um efeito decorativo — é a assinatura de uma cena editorial independente precisa (Drukwerk in de Marge Amesterdão, Quartier Riso Paris, Risotto Studio Glasgow, Pakt Bruxelas, Stolen Books Lisboa, Pó dos Livros Coimbra) que imprime livros, fanzines e cartazes em duplicador Risograph em edição limitada. Não é um CV ATS-safe e nunca o será: é pensado para um diretor artístico de editor indie, um livreiro de salão (Offprint, Printed Matter NY Art Book Fair, Anti-Book Fair Berlim, Lisbon Art Book Fair) ou um comissionador que reconhece imediatamente o desregisto como código de cena.

Para que perfil?

Para designers print, designers de fanzines e livros de artista, diretores artísticos em edição indie, editores independentes e criativos seniores que se candidatam em Apartamento Milan, MacGuffin, The Gentlewoman, Toilet Paper, Strapazin Zurique, Or Editions, bem como em estúdios B42 Paris, Spector Books Leipzig, Onestar Press, Stolen Books Lisboa, Pierre von Kleist Lisboa, Ghost Edição Lisboa, XYZ Books Lisboa. Adaptado a diplomados FBAUL design de comunicação, ESAD Matosinhos, ESAD Caldas da Rainha, IADE Universidade Europeia, FBAUP design, Werkplaats Typografie Arnhem, Sandberg Institute Amesterdão. Convém a candidaturas em residências tipográficas (Atelier National de Recherche Typographique Nancy, residências da Fundação Calouste Gulbenkian, Casa da Música Porto programa editorial).

Como utilizá-lo

Integra a URL do portfolio no cabeçalho com domínio pessoal curto — nada de Behance, mas uma página pessoal que assume a mesma gramática visual. Privilegia um site que mostre objetos impressos (fotos de estúdio do livro na mão) em vez de PDFs em flatlay. Na secção Projetos, lista 4-6 publicações de destaque com a editora, o título, a tiragem exata (« 300 ex. risografia 2 cores, fluorescent pink + medium blue »), o ano e o teu papel (designer, art director, editor associado). Menciona os salões (Offprint Paris, Printed Matter NY, Friends with Books Berlim, MISS READ, Lisbon Art Book Fair) onde o objeto foi distribuído. Para encomendas confidenciais, mantém uma formulação genérica mas cita o contexto (« identidade de uma revista de arquitetura europeia, 4 números anuais »). Long-tail: « CV designer editorial portfolio », « modelo CV designer fanzine Riso », « CV diretor artístico editor indie », « CV designer Werkplaats Typografie », « CV designer Lisbon Art Book Fair ».

Perguntas frequentes

É preciso precisar as cores riso utilizadas em cada projeto?

Sim, os destinatários desta cena esperam-no. Indica as cores exatas da palete Riso utilizada (Fluorescent Pink, Federal Blue, Medium Blue, Sunflower, Forest Green, Hunter Green, Bright Red, Light Lime) e o número de passagens de impressão. Um diretor artístico de editor indie lê essa precisão como sinal de perícia técnica — é o equivalente a um fotógrafo que precisa o negativo e o revelador. Para os impressores riso utilizados (Drukwerk in de Marge, Quartier Riso, Stolen Books Lisboa, Pó dos Livros Coimbra), cita-os nominalmente: é uma referência direta à comunidade.

Como apresentar um livro de artista autoeditado (autopublicação)?

Com o mesmo rigor que uma publicação numa editora estabelecida: título, ISBN se atribuído (recomendado mesmo em autoedição para o depósito legal e a distribuição em livraria), tiragem, formato, técnica de impressão, distribuidor (Antenne Books, Idea Books, Motto, Printed Matter, Climax Books). A autoedição é valorizada por esta cena — Roma Publications começou assim. Evita formulações que se desculpam (« pequeno projeto pessoal autopublicado »): se o objeto existe e foi distribuído, é uma publicação.

O modelo convém para uma candidatura em agência de comunicação grande formato?

Não, a evitar em agências corporativas (Publicis Portugal, BBDO Lisboa em perfis institucionais, Havas Portugal, FCB Portugal) onde a gramática Riso será lida como « demasiado boutique », bem como nas direções de comunicação de empresa. O modelo está calibrado para a cena edição independente, livro de artista, revistas de autor e estúdios de design editorial à escala humana. Para uma transição da edição indie para a agência, prefere um CV mais neutro tipo ATS Secções Carta — mesmo ao custo de perder o efeito de assinatura.

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