Sobre este modelo
O modelo Clássica Académica é uma carta de motivação composta em EB Garamond com alinhamento em bloco completo, um cabeçalho ao estilo universitário e um filete horizontal que separa os dados de contacto do corpo. Sem cor, sem floreado — é o registo tipográfico da correspondência académica. Compatível com os ATS académicos: A3ES (Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior), portais da FCT-Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Interfolio (concursos US), AcademicJobsOnline, portais das universidades públicas portuguesas (UL, UP, UC, UNova Lisboa, UMinho).
Para que perfil?
Dirige-se a doutorandos, pós-docs, professores auxiliares, administradores universitários e profissionais da edição científica candidatos em universidades (Universidade de Lisboa, Universidade do Porto, Universidade de Coimbra, Universidade Nova de Lisboa, Universidade do Minho, ISCTE-IUL, Instituto Superior Técnico, Universidade Católica Portuguesa), organismos de investigação (CIBIO, IGC, FCT — Fundação para a Ciência e a Tecnologia, INESC TEC, IST-ID), revistas científicas (Elsevier, Springer Nature, Imprensa da Universidade de Coimbra) e agências de financiamento (FCT, ERC, Fundação Oriente, Fundação Calouste Gulbenkian). O formato é a língua materna do campo — utilizar outro sinaliza exterioridade.
Como utilizá-la
O cabeçalho contém o grau universitário (Dr., Prof. Auxiliar, Prof. Associado, Prof. Catedrático), a afiliação atual (departamento + instituição), e o estatuto. O corpo segue a convenção académica em quatro parágrafos: posicionamento científico, adequação ao perfil procurado, projeto de investigação/docência, conclusão. Cite duas ou três publicações de referência em notas de rodapé numeradas, respeitando a convenção disciplinar (Chicago para SSH, Vancouver para saúde, IEEE para engenharia). A assinatura inclui sistematicamente o identificador ORCID.
Perguntas frequentes
É preciso juntar a carta ao CV académico?
Sim para os concursos a Professor Auxiliar e a programas FCT (CEEC Individual, CEEC Institucional), candidaturas Marie Skłodowska-Curie, contratos pós-doc internacionais. A carta é lida antes do CV para calibrar a atenção do júri — é ela que decide se o CV será lido em detalhe ou em diagonal.
Quantas páginas para esta carta académica?
Uma página para perfis Investigador FCT, Professor Auxiliar júnior, contratado doutor. Duas páginas para perfis Professor Associado ou candidaturas a cátedras seniores. Mais além, o projeto de investigação detalhado (5-10 páginas) deve ser anexado separadamente. Nunca ultrapassar duas páginas na carta em si.
Como mencionar o meu projeto de investigação?
Reserve o parágrafo 3 ao projeto: título curto, dois ou três objetivos científicos, metodologia em uma frase, articulação com o eixo do laboratório visado. O detalhe metodológico vai no projeto anexo. Para candidaturas ERC ou CEEC Individual, cite o programa alvo explicitamente.