Sobre este modelo
O modelo Clássica Monástica é uma carta numa só coluna com margens extra largas, uma pequena capitular sobre o primeiro parágrafo e um corpo em Sabon. Cabeçalhos em maiúsculas pequenas espaçadas, um fino filete por único ornamento — a disciplina de uma página de manuscrito reproduzida para a correspondência. Compatível com os ATS das editoras religiosas e bibliotecas patrimoniais (Workday, NeoGov para o setor público cultural, portais da Biblioteca Nacional de Portugal, Biblioteca de Évora, Biblioteca do Convento de Mafra).
Para que perfil?
Dirige-se a candidatos que escrevem a abadias, instituições religiosas (dioceses, congregações, ordens contemplativas), editoras contemplativas (Edições Paulinas, Edições Salesianas, Edições São Paulo para o polo religioso), departamentos de Teologia (Universidade Católica Portuguesa, Faculdade de Teologia de Lisboa, Instituto Teológico Compostelano), fundações de tradição monástica e bibliotecas de livros raros ou manuscritos (Biblioteca Nacional de Portugal Reservados, Biblioteca do Convento de Mafra, Arquivo Distrital de Évora). O registo corresponde ao destinatário — claramente fora de lugar no comercial, no corporate ou no consumer rápido.
Como utilizá-la
As margens a 4 cm de cada lado dão o respiro visual esperado. A capitular do primeiro parágrafo em Sabon Display 36 pt é utilizada uma só vez, no parágrafo 1 unicamente. O corpo em Sabon 11 pt, entrelinhamento 1,3. Para uma candidatura a bibliotecário em biblioteca patrimonial (Biblioteca Nacional de Portugal Reservados, Biblioteca do Mosteiro de Mafra, Arquivo Nacional Torre do Tombo), mencione os corpora trabalhados e a competência paleográfica. Evite qualquer símbolo religioso explícito no cabeçalho — o registo tipográfico fala por si.
Perguntas frequentes
É adequada para candidaturas fora do âmbito religioso?
Unicamente para as bibliotecas patrimoniais e as instituições ligadas ao manuscrito (Biblioteca Nacional de Portugal Reservados, Arquivo Nacional Torre do Tombo, Instituto de Estudos Medievais). Para o âmbito puramente laico académico, prefira letter-classic-academic. O registo monástico está demasiado marcado para o padrão universitário.
Como dirigir uma carta a um abade ou bispo?
A um abade: «Reverendíssimo Padre Abade» na saudação, «Queira aceitar, Reverendíssimo Padre Abade, a expressão do meu respeitoso devotamento» na fórmula final. A um bispo: «Vossa Excelência Reverendíssima» ou «Senhor Bispo» consoante a relação. Verifique o uso próprio à ordem ou diocese — as convenções variam entre beneditinos, dominicanos, cistercienses.
O modelo convém para um posto de investigador em Teologia?
Mais letter-classic-academic, mais neutro. O modelo Monástico convém para uma missão editorial ou bibliotecária numa instituição religiosa, menos para uma carreira universitária em Teologia onde o formato académico padrão prima.