Sobre este modelo
O modelo Imperial é uma carta executiva em púrpura meia-noite e prata escovada: nome em versaletes Trajan centrado, corpo em Centaur, sublinhado fino em prata. A combinação cromática evoca a cerimónia de Estado mais do que a consultoria corporate. Compatível com os ATS e softwares de gestão documental utilizados pelos corpos diplomáticos e instituições cerimoniais (SAP HR no Ministério dos Negócios Estrangeiros, software HR-Access em fundações reais, Oracle HCM no Corpo Diplomático).
Para que perfil?
Dirige-se aos executivos que se candidatam a cortes reais, conselhos de fundos soberanos (ADIA, Mubadala, GIC Singapura, NBIM Noruega), nomeações diplomáticas (embaixadores, adidos culturais), instituições culturais cerimoniais (Academia das Ciências de Lisboa, Royal Society, Académie Royale de Belgique). Diplomatas sénior, candidatos a conselho, presidentes de fundação e chefes de protocolo. Não adequada para tech, setores comerciais rápidos ou contextos start-up.
Como utilizá-la
O nome centrado em versaletes Trajan retoma a convenção dos cartões de convite oficiais — resista a qualquer impulso de o pôr em negrito. O corpo em Centaur tem um desenho Renascimento que exige margens amplas (pelo menos 35 mm). O gancho abre com uma fórmula de cortesia longa («Senhor Embaixador», «Excelência») e só menciona o cargo no segundo parágrafo. O sublinhado prata nunca deve cruzar uma assinatura manuscrita — deixe-lhe a sua própria linha, no fundo do bloco de assinatura.
Perguntas frequentes
É preciso indicar os meus títulos honoríficos nesta carta?
Sim — Comendador da Ordem de Cristo, Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, Order of the British Empire — no bloco de assinatura, abreviados (OC, OIH, OBE). Estes títulos são verificados nos cadastros oficiais pelos chefes de protocolo antes da entrevista.
É adequada para uma candidatura à ONU ou OCDE?
Sim para cargos D1-D2, Special Adviser e cargos de conselheiro especial do Secretário-Geral. Para os cargos P3-P4 de grau mais operacional, prefira letter-exec-meridian que retira o código cerimonial a favor de uma geometria tecnocrática.
É adequada para um fundo soberano do Golfo?
Sim para ADIA, Mubadala, QIA, PIF — que apreciam o registo cerimonial em correspondência sénior. Mande traduzir a carta para árabe por um tradutor ajuramentado para a versão oficial; conserve a versão portuguesa para a via diplomática lisboeta (Ministério dos Negócios Estrangeiros, Missão Permanente).