Sobre este modelo
O modelo Prospeto IPO é uma carta de motivação profissional em Source Serif paginada como a capa de um prospeto de oferta: filete título a toda a largura, caixa transação e rodapé de disclaimer estilo regulador. Os códigos dos dossiers de mercado — CMVM, listing sponsor, prospeto de admissão — aplicados a uma candidatura. Compatível com os ATS dos bancos de investimento (Workday em Goldman Sachs Lisboa, Lever em Caixa BI, Greenhouse em Haitong Bank) e as direções financeiras em preparação de IPO (Greenvolt pré-IPO, Vista Alegre Atlantis pré-cotação, Banco Português de Gestão pré-listing).
Para que perfil?
É adequado a candidatos em equity capital markets (ECM), sindicação de dívida, direito dos mercados financeiros, sponsoring de admissão (Euronext Lisbon, B3 Brasil) e funções buy-side ligadas ao listing. Banqueiros de investimento (vice presidents, directors), advogados de mercados na Uría Menéndez Lisboa, Cuatrecasas Portugal, Vieira de Almeida & Associados, analistas ECM, responsáveis admissão na Euronext Lisbon (Bolsa de Lisboa) ou na B3 Brasil, equipas corporate finance internas em preparação de IPO. O formato sinaliza uma pertença ao mundo das transações cotadas mais do que qualquer outro modelo.
Como utilizá-lo
A caixa transação retoma os códigos do tombstone: nome do candidato = nome do emitente, cargo procurado = natureza da operação, data de efeito = data de admissão. O rodapé disclaimer pode retomar uma formulação tipo « Este documento constitui uma candidatura espontânea e não prejudica qualquer oferta de emprego » — piscar de olho que os advogados de mercados e os ECM bankers identificam imediatamente. Evite o excesso de jargão: um prospeto CMVM permanece legível, a sua carta também. Máximo uma página, assinatura em tipografia.
Perguntas frequentes
O piscar de olho disclaimer não arrisca passar por postura?
O risco existe, mas é baixo para os perfis sénior surgidos do meio. Um ECM banker, um advogado de mercados ou um responsável admissão Euronext Lisbon lê a referência como sinal de pertença — fala a mesma língua. O risco torna-se real se candidata fora do meio (corporativo não cotado, asset management clássico): nesses casos, prefira letter-prof-due-diligence que guarda o rigor sem o pastiche.
Há que citar as IPO e listings em que contribuí?
Sim, respeitando a convenção setorial: nome do emitente (pós-listing público unicamente), data, praça (Euronext Lisbon, B3 Brasil, Nasdaq), tamanho da operação, o seu papel (co-bookrunner advisor, listing sponsor, conselho jurídico side-issuer ou side-banks). Os recrutadores verificam sistematicamente nos prospetos CMVM depositados, portanto toda aproximação se vê. Para um dossier dual-track abandonado, mencione-o sobriamente (« IPO preparada 2024, retirada por condições de mercado »).
Convém para uma candidatura em private equity ou M&A advisory?
Mais provavelmente não. O formato Prospeto IPO é específico ao mundo ECM/listing. Para uma candidatura buy-side PE, prefira letter-prof-private-equity cujo formato deal-tombstone fala diretamente aos comités de investimento. Para M&A advisory pura, letter-prof-due-diligence é mais adequado. O Prospeto IPO só se justifica se a operação de listing é central ao cargo procurado.