Sobre este modelo
O modelo Supply Chain e Logística é um CV académico em Roboto com acento laranja operacional — pensado para os investigadores em supply chain e académicos em investigação operacional. As secções equilibram publicações com revisão por pares, parcerias industriais e casos operacionais. O formato passa os ATS Workday, Interfolio e as plataformas das escolas de engenharia e business schools (MIT Center for Transportation & Logistics, Cranfield, ESCP, Católica Lisbon Operations, Nova SBE Operations, Porto Business School Logistics, KEDGE, EM Lyon, INSEAD).
Para que perfil?
É adequado a investigadores em supply chain management, investigação operacional, gestão de stocks e otimização logística, professores em MBA e executive education especializados em supply chain, candidatos a cátedras em gestão de operações (cátedra MIT CTL, cátedra Cranfield Logistics, cátedra Católica Lisbon Operations Excellence, cátedra Nova SBE Supply Chain), profissionais seniores (diretores supply chain Tier-1 indústria: Sonae MC, Jerónimo Martins, Galp Logística, EDP Distribuição, Vale Brasil, Petrobras) que viram para a academia, e candidatos a professor auxiliar em escolas de engenharia (IST Lisboa Logística, FEUP Porto Engenharia Industrial).
Como utilizá-lo
Cinco blocos estruturam o documento — Investigação (eixos: otimização estocástica, supply chain resilience, sustentabilidade, logística humanitária), Publicações (revistas Operations Research, Management Science, M&SOM, IJPDLM, JBL com ranking ABS), Parcerias industriais (com empresas Tier-1: Sonae MC, Jerónimo Martins, Galp Logística, Maersk Portugal, DHL Supply Chain), Estudos de caso (HBS, Católica Lisbon Cases, INSEAD Case Centre), Mandatos de consultoria. Indique os volumes de dados tratados e os ganhos gerados para os casos industriais. Long-tail útil: « CV investigador supply chain », « modelo CV doutorado logística », « CV professor MIT CTL », « CV perito investigação operacional », « CV diretor supply chain académico ».
Perguntas frequentes
Como quantificar o impacto das parcerias industriais sem quebrar a confidencialidade?
Indique a ordem de grandeza sem nomear o cliente nem divulgar os números exatos: « redução do custo logístico de 8 a 12 % em 18 meses », « otimização de uma rede de 250 sítios na Europa », « Tier-1 distribuição alimentar ». Para as cátedras patrocinadas (Sonae MC, Jerónimo Martins, Galp), um acordo com o sponsor permite frequentemente citar a parceria com o seu volume mas sem detalhe tarifário.
É necessário classificar as publicações por ranking ABS ou por categoria OR/SCM?
Ambas as convenções coexistem. Para uma comissão business school (MIT CTL, INSEAD, Cranfield, Católica Lisbon, Nova SBE), o ranking ABS 4/4/3 prevalece — Operations Research (4), Management Science (4*), MSOM (4) no topo. Para uma comissão de escola de engenharia (IST Lisboa, FEUP, Universidade do Minho), a convenção IJPR/IJPDLM com impact factor JCR convém melhor. Indique ambos quando se candidate em paralelo.
O modelo funciona para um perfil logística humanitária ou ONG?
Sim. Reserve uma secção « Logística humanitária e operações de terreno » que liste as missões ONG (MSF Portugal, UNHCR, WFP, Cruz Vermelha Internacional, MSF Logistique), as zonas de operação, e as cadeias implementadas (cold chain vacinas, distribuição alimentar de urgência). Para as cátedras em supply chain humanitária (Kühne Logistics, INSEAD Humanitarian Research Group), esta experiência prática conta tanto como uma publicação em Production and Operations Management.