Sobre este modelo
O modelo Informática e TI é um CV académico em JetBrains Mono com acento teal. A estética terminal fala diretamente ao público — comités de seleção em faculdades de engenharia, recrutadores dos laboratórios industriais (Google DeepMind, Meta FAIR, Microsoft Research, Anthropic, INESC TEC Porto, INESC-ID Lisboa, ETH Zurich, MIT CSAIL), e professores das universidades R1 e Russell Group. O formato gere os caracteres técnicos (∀, ∃, λ, →) em Unicode e passa os ATS Workday, Greenhouse e Interfolio sem quebrar o parsing.
Para que perfil?
É adequado a doutorandos em informática no job market (NeurIPS, ICML, POPL, OSDI, CVPR), pós-doutorais que aspiram a tenure-track nos Estados Unidos ou Reino Unido, investigadores em ML/IA em laboratórios industriais (DeepMind, Anthropic, Critical Software Research, Feedzai AI, Unbabel Research) candidatos a cátedras patrocinadas, e engenheiros seniores que viram para a I&D académica. Adaptado também a concursos CEEC FCT em ciência da computação, candidaturas a INESC TEC e INESC-ID, e posições de professor auxiliar em escolas de engenharia (IST Lisboa, FEUP Porto, FCT-UNL, Universidade do Minho Informática).
Como utilizá-lo
Cinco blocos estruturam o documento — Investigação (eixos alinhados com o laboratório), Publicações (com ranking CORE A/A/B e tipo de venue — conferência vs revista), Contribuições open-source (com URL GitHub, ORCID, DBLP, Google Scholar h-index), Direção doutoral, Aconselhamento e indústria. Para conferências ML, distinga NeurIPS/ICML/ICLR (A) dos workshops co-located. Indique a acceptance rate quando se candidate a um comité não especialista. Long-tail útil: « CV investigador informática FCT », « modelo CV doutorado ML », « CV pós-doc IA tenure-track », « CV investigador INESC TEC », « CV INESC-ID Lisboa ».
Perguntas frequentes
Como classificar os venues de conferência sem sobrecarregar o CV?
Utilize o CORE Conference Ranking (A, A, B, C) indicando o rank entre parênteses após o nome da conferência (por exemplo « NeurIPS 2025 (CORE A) »). Para as revistas, o quartil JCR ou Scimago (Q1, Q2) basta. Evite citar a acceptance rate exceto para conferências excepcionalmente seletivas (POPL, OSDI, SOSP) — um comité experiente conhecerá já, e listar taxas comuns pode ler-se como defensivo.
É necessário mostrar o perfil GitHub e o h-index?
Sim para os perfis em informática, ML/IA e sistemas. O cabeçalho do modelo integra slots dedicados a GitHub, Google Scholar e DBLP. Indique o h-index e o número de citações como métricas para os comités tenure-track norte-americanos, mas relativize-os por disciplina: um h=15 em teoria das linguagens vale um h=40 em ML, e os comités sabem-no — subestimar o contexto é pior do que sobrestimar os números.
Como apresentar uma contribuição open-source significativa?
Dedique uma rúbrica « Contribuições de software » que distinga três estatutos: projeto mantido (lead maintainer, com URL, estrelas GitHub e número de contributores), contribuição maior (pull request aceite em projeto terceiro significativo), pacote publicado (npm, PyPI, crates.io, com descargas mensais). Para um comité tenure-track ou INESC TEC, estas contribuições contam como uma forma de publicação aplicada.