Sobre este modelo
O modelo França é um CV francês em Garamond sobre uma página A4, com uma faixa marinha discreta. Linhas dedicadas à data de nascimento, ao estado civil e à carta de condução — o bloco dados pessoais esperado pelos recrutadores franceses. Adequado a candidatos portugueses que visam a França através de filiais de grupos multinacionais ou candidaturas directas a empresas francesas.
Para que perfil?
Dirige-se a candidatos que visam o mercado francês — Paris, Lyon, Bordéus, Toulouse — na banca (BNP Paribas, Société Générale, Crédit Agricole), consultoria (BCG, McKinsey, Bain, Roland Berger, Oliver Wyman), auditoria (PwC, EY, KPMG, Deloitte), sector público e filiais do CAC 40. Perfis júnior a sénior que se candidatam em dupla CV + carta de motivação, onde omitir o estado civil pode fazer descartar a candidatura.
Como utilizá-lo
O bloco estado civil cabe em duas linhas sob o nome: data e local de nascimento, estado civil (« Casado(a), dois filhos » ou « Solteiro(a) »), carta B. A faixa marinha leva o título do cargo procurado. Anticronologia na experiência. Os diplomas franceses citam-se em claro (« Diploma HEC Paris — Grande École, promoção 2018 »). Para um consultor sénior, indique a escala interna (Senior Associate, Project Leader, Principal). Para um revisor, o número CAC e a inscrição na CNCC.
Perguntas frequentes
O estado civil é realmente indispensável?
Para a banca francesa tradicional, a consultoria e a função pública, sim — a sua omissão lê-se como negligência ou candidatura anglo-saxónica mal adaptada. Para a tech, as startups e certas filiais internacionais, o CV sem estado civil é agora aceite — prefira então o modelo França Moderno mais contemporâneo.
Uma página basta para um perfil sénior?
Para um júnior a confirmado (até dez anos), sim. Acima, mude para o modelo França Compacto que mantém a maquetação Garamond clássica mas permite alojar mais conteúdo. O mercado francês valoriza a concisão, mas não ao ponto de esconder quinze anos de carreira.
É preciso uma foto?
Opcional e cada vez mais rara nos grandes grupos (BNP Paribas, Société Générale, Total, Sanofi) que aplicam uma política de recrutamento sem foto. Para as PMEs, ETIs e filiais de grupos internacionais em Paris, a foto mantém-se tolerada e por vezes esperada.