Modelo de carta de apresentação

Due diligence

Carta de motivação profissional em Source Serif organizada como um memorando de DD: nome do projeto, data, caixa estado e quatro secções etiquetadas (contexto, fit, evidência, referências). Compacta, factual, sem floreado.

  • profissional
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  • private-equity
  • memorando
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Profissional
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Due diligence

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Sobre este modelo

O modelo Due diligence é uma carta de motivação profissional em Source Serif, organizada como um memorando de DD: nome do projeto, data, caixa estado e quatro secções etiquetadas (contexto, fit, evidência, referências). Compacta, factual, sem floreado, reproduz a gramática das fairness opinions e dos memorandos de investimento. Compatível com os ATS dos Big Four transaction services (Workday em Deloitte Portugal, SmartRecruiters em EY-Parthenon, Greenhouse em Alvarez & Marsal Lisboa) e os fundos de PE (Magnum Capital, Explorer Investments, Oxy Capital, AMP Brasil).

Para que perfil?

É adequado a candidatos em M&A advisory (Banco Comercial Português Investment Banking, Caixa BI, Haitong Bank Lisboa, Lazard Iberia), equipas transaction services (Deloitte, KPMG Strategy, PwC Strategy&), due diligence teams em private equity e funções de corporate development na EDP, Galp, Sonae, Jerónimo Martins, Vale Brasil. Perfis cuja produção diária é exatamente este tipo de memorando, e que querem que os recrutadores leiam a sua carta como uma entrega profissional em vez de uma narrativa.

Como utilizá-lo

O nome do projeto em cabeçalho pode retomar a convenção interna do gabinete (« Project Marathon — Application MD VP / Magnum Capital Lisboa »). A caixa estado sinaliza imediatamente a sua disponibilidade (« Disponível sob pré-aviso 3 meses »). As quatro secções devem permanecer curtas: 50 a 80 palavras cada, em bullets ou frases curtas alinhadas. Para as provas, cite os deals assinados em clear-room (target, tamanho da transação, o seu papel preciso: modelização LBO, commercial DD, vendor DD) sem exceder uma linha por deal. As referências reduzem-se a dois nomes máximo, contactáveis a pedido.

Perguntas frequentes

Qual é o comprimento ideal?

Uma página rigorosa, idealmente 350-400 palavras repartidas pelas quatro secções. Para além, o formato memo de DD perde credibilidade: um memorando de transação que excede uma página sinaliza um defeito de síntese, defeito eliminatório no setor. Para reforçar um dossier, anexe um deck de experiência em ficheiro separado em vez de alongar a carta.

Há que citar os deals confidenciais?

Nunca nominativamente antes do signing. Antes do anúncio público do closing, descreva o deal por categoria: « LBO secundário setor infraestruturas telecom, tamanho 400-600 M€ EV, 2025 ». Uma vez anunciado o deal (comunicado Mergermarket, Jornal de Negócios ou Diário Económico), pode nomeá-lo precisando o seu papel. Os recrutadores cruzam sistematicamente os CV com as bases de deals — toda aproximação se verifica.

O formato convém a um júnior sem deal abastecido?

Sim, substituindo a secção provas por casos de estudo ou modelizações realizadas em gabinete (« Modelização LBO sobre target portfolio, cenários de saída múltiplos / EBITDA exit »). O formato Due diligence não exige um deal book completo, exige uma disciplina de apresentação. Para um analista 1.º ou 2.º ano, é mesmo o formato que melhor sinaliza o domínio do registo profissional esperado em MBA ou em pivô buy-side.

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