Sobre este modelo
O modelo Filosofia é um CV académico em Cormorant Garamond itálico com acento violeta e separadores de secção nítidos. Pensado para os perfis de filosofia e humanidades onde a tipografia mesma sinaliza uma prática textual atenta. O formato gere os caracteres gregos antigos e latinos (alfabetos utilizados nas notas críticas de manuscritos), e passa os ATS Workday, Interfolio e AcademicJobsOnline para candidaturas tenure-track.
Para que perfil?
É adequado a professores de filosofia e doutorandos no job market APA ou BPS, pós-doutorais que apontam para as bolsas Marie Skłodowska-Curie ou Mellon em humanidades, especialistas em história das ideias e ética candidatos a CEEC FCT, filósofos analíticos ou continentais candidatos a fellowships do Max Planck Institute for Human Development, IAS Princeton ou All Souls Oxford, e autores com monografias sob contrato em editoras académicas (Imprensa Nacional Casa da Moeda, Almedina, Edições 70, Tinta-da-China, Cambridge UP, OUP).
Como utilizá-lo
Cinco blocos estruturam o documento — Investigação (eixos temáticos alinhados com o departamento de acolhimento, com corrente filosófica principal), Publicações (monografias, artigos em Mind, Philosophical Review, Synthese, Hypatia, Philosophica, Diacrítica), Edição crítica e tradução, Docência e direção (TD, seminários, júris), Comunicações em colóquios. Indique o editor científico para os volumes coletivos dirigidos. Long-tail útil: « CV professor filosofia universidade », « modelo CV doutorado filosofia », « CV concurso filosofia auxiliar », « CV investigador CEEC FCT filosofia », « CV editor Edições 70 filosofia », « CV filósofo analítico académico ».
Perguntas frequentes
É necessário distinguir filosofia continental e analítica no CV?
Sim para as comissões internacionais, que estruturam frequentemente os departamentos segundo esta divisão. Precise a corrente principal e secundária em subtítulo da secção Investigação (por exemplo « Metafísica analítica, filosofia da mente, filosofia medieval »). Para as comissões portuguesas, a especialização por tradição (kantismo, fenomenologia, filosofia política) basta, sem etiquetagem continental/analítica sistemática.
Como apresentar uma monografia em curso numa editora académica?
Distinga os estatutos: sob contrato (com editor — Imprensa Nacional, Almedina, Edições 70, Tinta-da-China, Cambridge UP, OUP), aceite após avaliação, em revisão crítica, em avaliação. Para os editores anglófonos, a passagem por Cambridge UP, Oxford UP, Harvard UP ou Princeton UP conta tanto como a classificação A3ES para as comissões R1 norte-americanas e Russell Group britânicas. Mencione o título provisório e a data prevista de publicação.
O modelo convém a um investigador em ética aplicada ou bioética?
Sim. Reserve uma secção « Aconselhamento ético e pareceres institucionais » que liste as missões junto do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV), do Nuffield Council on Bioethics, das comissões de ética da Champalimaud Foundation ou IMM. Para as cátedras dotadas em bioética ou ética da IA, esta expertise institucional vale tanto como uma publicação em Bioethics ou Journal of Medical Ethics — as comissões valorizam explicitamente a ligação política-prática.