Sobre este modelo
O modelo História é um CV académico em EB Garamond sobre fundo pergaminho, emoldurado por uma dupla linha e um acento bordeaux. A tipografia em si é uma saudação à disciplina: um alfabeto humanista herdado do Renascimento, posto sobre uma trama que evoca a página manuscrita. O formato mantém-se moderno na sua estrutura de coluna única compatível com ATS (Workday, Greenhouse, plataformas universitárias portuguesas e brasileiras, Interfolio para R1 norte-americanas).
Para que perfil?
É adequado a medievalistas, modernistas e contemporaneístas em candidaturas a posições de professor auxiliar em história, arqueólogos e paleógrafos em concursos CEEC FCT, conservadores em candidatura à Biblioteca Nacional de Portugal, ao Arquivo Nacional Torre do Tombo, ao Arquivo Geral das Índias ou à Biblioteca Vaticana, e pós-doutorais em humanidades que apontam para bolsas Marie Skłodowska-Curie ou fellowships na Casa de Velázquez, no IICT ou no CHAM-NOVA para história colonial.
Como utilizá-lo
Quatro blocos estruturam o documento — Investigações (com áreas cronológicas e geográficas), Publicações (monografias, artigos, contribuições a obras coletivas), Edição crítica e trabalhos de arquivo, Docência e direção. Indique os períodos diplomáticos em forma convencional (« reinado de D. João V » em vez de « 1706-1750 ») quando se candidate em história moderna, e precise os fundos de arquivo explorados (Torre do Tombo, BNP, AHU Arquivo Histórico Ultramarino, Arquivo Vaticano) — esperado tanto por uma comissão medievalista como modernista. Long-tail útil: « CV historiador professor universitário », « modelo CV doutorado história », « CV arqueólogo CEEC FCT », « CV paleógrafo BNP », « CV historiador moderno IICT ».
Perguntas frequentes
É necessário citar os fundos de arquivo explorados no CV?
Sim para todas as candidaturas em história moderna e contemporânea, em história da arte e em arqueologia. Liste as instituições principais (Arquivo Nacional Torre do Tombo, Biblioteca Nacional de Portugal, Arquivo Histórico Ultramarino, Biblioteca Vaticana, Arquivo Geral das Índias) com os fundos explorados e o período coberto. Para os medievalistas, mencione também o trabalho sobre manuscrito com a cota e o depósito — sinal de competência paleográfica que uma comissão lê imediatamente.
Como apresentar uma monografia em curso numa editora académica?
Distinga quatro estatutos editoriais: sob contrato (com o editor, por exemplo Imprensa da Universidade de Coimbra, Almedina, Tinta-da-China, Cambridge UP), aceite após peer review final, em revisão (segunda ronda), em avaliação. Para os editores anglófonos (CUP, OUP, Harvard UP, Princeton UP), este estatuto conta tanto como a classificação A3ES para as comissões e os recrutadores R1 norte-americanos.
O modelo está adaptado a uma candidatura FCT CEEC ou ao IICT?
Sim. A tipografia EB Garamond e a sobriedade do pergaminho satisfazem as expectativas do júri sem cair no pastiche. Para estes concursos, amplie a secção Investigação com o seu projeto (3-5 linhas por eixo, com campo, fonte, método) e anexe a lista exaustiva de publicações em anexo separado como prevê o dossier CEEC — o CV mantém-se em 2-3 páginas. Para o IICT, valorize a experiência em história colonial e arquivos ultramarinos.