Sobre este modelo
O modelo ATS Sem Fins Lucrativos é um currículo com identidade Work Sans e detalhe castanho-quente, pensado para o registo do não-lucrativo e das ONG. As secções organizam-se em torno da missão, dos programas e do impacto, em vez de uma progressão corporativa, mantendo a análise por palavras-chave para financiadores e RH. O formato passa os ATS internos das grandes ONG (Médicos Sem Fronteiras Portugal, Cruz Vermelha Portuguesa, Oikos, AMI, IMVF, Banco Alimentar contra a Fome, Cáritas Portuguesa) e das agências da ONU (PAM, ACNUR, UNICEF, OMS) bem como das fundações (Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação Aga Khan, Fundação Luso-Americana).
Para que perfil?
Dirige-se a gestores de programa no terreno, diretores executivos, leads de fundraising, especialistas em M&A, diretores de advocacy e perfis humanitários que se candidatam em ONG, fundações, agências da ONU, empresas sociais e fundos de impacto. Convém também a candidatos ao mestrado em Estudos para o Desenvolvimento (ISCTE, IGOT, Universidade de Coimbra) em transição para o seu primeiro cargo expat. Adaptado a perfis corporativos em reconversão para o impacto (alumni MBB que se juntam a fundações empresariais).
Como utilizá-lo
Quatro blocos estruturam o documento — Missões no terreno (com país, contexto de segurança, duração, parceiros operacionais), Programas pilotados (com orçamento em €, financiadores: ECHO, USAID, Camões IP, FCDO, BMZ), Competências técnicas (M&A, project cycle management, gestão de riscos de segurança), Formação e certificações HEAT. Para missões em zona vermelha (Sudão do Sul, Iémen, RDC leste, Síria), mencione a formação de segurança seguida (HEAT, RedR, certificados internos MSF/CICV) e a duração da estada. Long-tail SEO: « CV chefe de missão humanitária », « modelo CV responsável advocacy ONG », « CV encarregado fundraising fundação », « CV M&A officer », « CV diretor de programa ONG ».
Perguntas frequentes
Como apresentar uma experiência em zona de conflito?
Indique o país, o período, o contexto de segurança no momento do destacamento (fase 3 OCHA, acesso humanitário restrito), a função exata e o parceiro operacional (MSF, CICV, ACF, Save the Children). Mencione a formação HEAT seguida (Hostile Environment Awareness Training) e a duração da missão. Para missões interrompidas por evacuação, seja transparente — é um sinal de maturidade humanitária que os recruiters de MSF, ACF e CICV identificam imediatamente. Evite qualquer detalhe nominativo sobre os beneficiários (proteção de dados).
É necessário quantificar os programas pilotados?
Sim — é esperado pelos responsáveis RH dos financiadores (ECHO, Camões IP, USAID, FCDO, BMZ) que financiam estes programas. Indique o orçamento em € gerido, os financiadores principais, o número de beneficiários alcançados (sempre validado pela M&A), a taxa de implementação versus plano anual e os indicadores de resultado (DALYs ganhos, crianças vacinadas, famílias relocalizadas). Para programas em curso, dê a trajetória a meio caminho validada pelo financiador.
O modelo serve para uma candidatura a Médicos Sem Fronteiras?
Sim, particularmente para cargos Field Coordinator, Project Coordinator e Head of Mission de MSF Portugal, França, Suíça, Bélgica e Holanda. Reforce a secção Competências técnicas com as ferramentas MSF (NFI, mhGAP, Triage), as patologias dominadas (tuberculose, malária, VIH, malnutrição aguda) para perfis médicos, e as línguas de missão (inglês fluente imperativo, francês e árabe muito valorizados conforme as geografias parceiras). Mencione as missões anteriores com terreno semelhante.