Sobre este modelo
O modelo ATS Marcadores propõe uma maquetização editorial em serif sobre fundo creme com abas laterais laranja-queimado que sobressaem à direita, como marcadores de um livro encadernado. As abas decorativas são divs CSS posicionadas em absolute, nunca imagens — permanecem invisíveis ao parsing ATS. Compatível com Workday, Greenhouse e os sistemas ATS editoriais utilizados pelas casas editoriais e instituições culturais.
Para que perfil?
Dirige-se a perfis editoriais e culturais: editores na Leya, Porto Editora, Bertrand, Quetzal, Caminho, Tinta-da-China, conservadores de museu, mediadores culturais, encarregados de produção em festival (DocLisboa, IndieLisboa, FITEI Porto), responsáveis de programação em teatro nacional (Teatro Nacional D. Maria II, São Luiz, Teatro Nacional São João), assim como a perfis comunicação e brand culture em marcas premium (Vista Alegre, Burel Factory, Claus Porto, Luís Onofre).
Como utilizá-lo
Use as abas laterais como referências visuais para as grandes secções (Experiência, Publicações, Distinções, Formação) sem que o texto da aba substitua o título — o título permanece em plain text no fluxo principal. Para os editores, liste os livros publicados com ISBN. Para os conservadores, mencione as exposições comissariadas com instituição, datas e afluência. O motivo creme suaviza o documento sem prejudicar a legibilidade parser.
Perguntas frequentes
As abas marcador quebram o parsing ATS?
Não. As abas são divs CSS com border-radius e position absolute — só existem na renderização visual. O texto do documento permanece estruturado em fluxo linear que Workday, Greenhouse e os ATS editoriais (Naviga, MediaOS) extraem sem encontrar imagem. O motivo creme em fundo é um background-color CSS, também invisível para o parser.
Compatível com os ATS das casas editoriais portuguesas?
Sim. As grandes casas (Leya, Porto Editora, Bertrand, Quetzal, Caminho, Tinta-da-China, Almedina) utilizam principalmente Cornerstone, Workday ou ADP Recruiting Management. O template passa estes filtros permanecendo em texto simples. Os nomes de revistas, prémios literários (Camões, Saramago, Pessoa, APE) e bolsas (DGLAB, Fundação Calouste Gulbenkian) são indexados como palavras-chave setoriais.
Adequado para setor cultural e museológico?
Sim, perfeitamente. A tipografia serif e o registo creme retomam os códigos das candidaturas às instituições culturais (Museu Nacional de Arte Antiga, Museu Calouste Gulbenkian, Serralves, Centro Cultural de Belém, MAAT). Liste as exposições comissariadas com sede, datas e número de visitantes. Mencione a formação na Faculdade de Letras Universidade de Lisboa, Universidade Católica Portuguesa História da Arte — são marcadores críticos para estes recrutadores.