Sobre este modelo
O modelo Matriz Estratégica é um CV profissional pensado para sinalizar imediatamente a sua familiaridade com os frameworks BCG. A sua matriz 2×2 em cabeçalho (Stars, Question Marks, Cash Cows, Dogs), os seus marcadores de secção codificados por quadrante e o seu registo estratégico estruturado lêem-se como um auto-posicionamento. O formato passa os ATS internos de BCG, Roland Berger, Oliver Wyman, Kearney e das equipas de Estratégia dos grandes grupos (Galp Strategy & Sustainability, EDP Strategy, Jerónimo Martins Strategy, Sonae Strategy Office).
Para que perfil?
Dirige-se a consultores de estratégia em BCG e em escritórios Tier-2, a directores de Estratégia e Corporate Development de multinacionais PSI 20, a Heads of Strategy em empresas médias sob LBO, e a candidatos pós-MBA Católica Lisbon, Nova SBE, IESE, INSEAD ou LBS que visam funções onde o framework é o entregável. Adaptado também a perfis ex-MBB que pivotam para a indústria como Chief of Staff ou VP Strategy.
Como utilizá-lo
Quatro blocos estruturam o documento — Auto-posicionamento em matriz (4 quadrantes com 2-3 missões por quadrante), Casos conduzidos (por sector e tipo de missão), Competências metodológicas (frameworks: Porter, McKinsey 7S, value-based pricing, war gaming), Formação. Para cada missão posicionada em « Star », quantifique o impacto em pts de margem ou em M€ de receita gerada. Evite saturar o quadrante Stars: um consultor sénior credível reconhece 2-3 missões emblemáticas no máximo, nunca 8. Long-tail: « CV consultor BCG Lisboa », « modelo CV director estratégia PSI 20 », « CV pós-MBA strategy Nova SBE », « CV Head of Strategy PSI Geral », « CV manager Roland Berger ».
Perguntas frequentes
Como auto-posicionar as missões sem cair na auto-celebração?
Privilegie a sobriedade: 2-3 missões por quadrante, nunca mais de 8 entradas no total na matriz. Reserve o quadrante Stars para missões com impacto medido (> 5 pts de margem ou > 50 M€ de receita gerada). O quadrante Question Marks deve assumir apostas explícitas em incubação, não projectos falhados camuflados. Um partner BCG detecta imediatamente um candidato que não assume as suas próprias incertezas.
O modelo convém para uma candidatura Bain ou McKinsey?
A Bain aceita o formato mas prefere CVs em serif clássico sem framework visível — a cultura Bain valoriza a modéstia de aparência. Para a McKinsey funciona particularmente bem para perfis Senior Associate a Engagement Manager que reivindicam uma orientação estratégia pura. Para a BCG ao contrário é o formato nativo: a matriz 2×2 é a assinatura visual do escritório desde 1973 (Bruce Henderson).
Há que citar os frameworks utilizados em cada missão?
Sim, mas com parcimónia. Cite um framework por missão no máximo, e privilegie as metodologias realmente aplicadas (Porter Five Forces, value tree analysis, war gaming, Net Promoter System®). Evite as listas decorativas (« design thinking + lean + agile + scrum »). Os sócios dos escritórios de estratégia distinguem imediatamente um candidato que pilotou realmente um war game de um que apenas ouviu falar em formação.