Modelo de currículo

Private Equity

Identidade Cormorant contida com filetes cobre/dourado, paleta antracite e espacejamento amplo para uma discrição de nível investidor. Lê-se como uma carta a LPs — concebido para o jogo de linguagem do capital privado.

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Profissional
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Private Equity

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Sobre este modelo

O modelo Private Equity é um CV profissional com identidade Cormorant contida com filetes cobre e dourado, paleta antracite e espacejamento amplo para uma discrição de nível investidor. O documento lê-se como uma carta a Limited Partners — é exactamente o código visual esperado pelos recrutadores dos fundos de capital privado. O formato passa os processos de selecção de KKR, Blackstone, EQT, CVC, PAI Partners, Apollo, Carlyle, Apax Partners e os principais fundos portugueses (Explorer Investments, Magnum Capital Portugal, Inter-Risco, Vallis Capital Partners, ECS Capital).

Para que perfil?

Dirige-se a partners, principals e senior associates em private equity, growth equity e venture capital, bem como operating partners em portfolio PE que pilotam os value creation plans. Convém também a secondaries advisors (Lazard Secondaries, Greenhill PCA, Campbell Lutyens) e a LP relations professionals de fundos de fundos (Ardian Fund of Funds, BlackRock Private Equity Partners). Adaptado também para os candidatos a posições de Investor Relations em fundos que filtram os dossiers antes dos partners.

Como utilizá-lo

Quatro blocos estruturam o documento — Deals liderados (com ticket, sector, geografia, papel exacto na transacção), Portfolio companies seguidas (com ARR, EBITDA e resultado do exit), Track record (TVPI, DPI, IRR fund-level se disponível), Formação (Católica, Nova SBE, MBA top 10). Para cada deal, distinga o seu papel (deal lead, deal team member, observer board seat) e o horizonte de holding. Cite os co-investidores quando relevante. Long-tail: «CV principal private equity», «modelo CV partner PE Portugal», «CV operating partner LBO», «CV growth equity associate», «CV venture capital principal».

Perguntas frequentes

Há que publicar os múltiplos de saída obtidos?

Sim para os partners e principals — é mesmo um critério de pré-selecção nos comités de investimento dos grandes fundos. Indique o múltiplo sobre capital investido (MOIC, por vezes notado Cash-on-Cash) e o TIR (IRR) líquido para cada exit assinado em lead. Para os deals confidenciais (saída parcial, recap), mantenha-se no envoltório genérico («3-4x MOIC sobre 4 anos»). Precise o modo de exit (trade sale, IPO, secondary buyout, dividend recap).

Como posicionar um percurso misto M&A advisory e PE?

Distinga claramente os dois blocos com uma cronologia comum. Para a parte M&A advisory (Goldman Sachs, Morgan Stanley, Lazard, Rothschild & Co, Caixa-BI), cite as transacções assinadas com papel de assessor (sell-side, buy-side, defence). Para a parte PE, cite os deals liderados com papel de investidor (lead investor, co-investor). Os comités de investimento valorizam este percurso misto pela dupla leitura financeira e industrial que aporta.

O modelo convém para uma posição de Operating Partner?

Sim, particularmente para os antigos dirigentes industriais (CEO de empresa média, COO de grupo industrial) que se juntam a um fundo como Operating Partner sectorial. Reforce a secção Track record com os value creation plans pilotados sobre as portfolio companies (iniciativas comerciais, optimização OPEX, build-up M&A) com impacto EBITDA medido. Precise o seu enquadramento de intervenção (board observer, board director, executive chairman) em cada participação.

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