Sobre este modelo
O modelo Antropologia é um CV académico concebido para investigadores em ciências sociais: antropólogos, etnógrafos, sociólogos de campo e especialistas em humanidades aplicadas. A sua tipografia em Crimson Pro e o acento bronze evocam a tradição narrativa da disciplina, mantendo uma estrutura de coluna única legível e compatível com os principais ATS (Workday, Greenhouse, bem como as plataformas universitárias portuguesas e brasileiras).
Para que perfil?
É adequado a doutorandos em fase final, jovens doutorados em candidaturas a posições de investigador FCT (Estímulo ao Emprego Científico), bolseiros pós-doutorais com contratos CEEC ou Marie Skłodowska-Curie, candidatos a avaliações A3ES nas áreas de antropologia, sociologia e humanidades, e investigadores de meia carreira que viram para a antropologia aplicada — UX research, saúde pública, consultoria organizacional.
Como utilizá-lo
Três blocos principais — Trabalho de campo, Publicações, Comunicações — seguem uma ordem cronológica inversa rigorosa. O campo, artigo ou comunicação mais recente abre cada secção, alinhado com as expectativas das comissões A3ES e dos júris de concurso FCT. Para perfis mistos investigação-indústria, acrescente uma secção breve « Competências metodológicas » (entrevistas semiestruturadas, observação participante, codificação temática) que fale diretamente aos recrutadores fora do meio académico.
Perguntas frequentes
Quantas páginas deve ter este CV académico?
Duas páginas no máximo para perfis investigador júnior ou pós-doc. Três páginas para perfis investigador principal ou candidaturas a cátedras. Para concursos FCT com anexos curriculares específicos (CV no formato FCT-Sig), prepare adicionalmente o documento exigido pelo concurso, que normalmente segue um modelo estruturado próprio.
É compatível com os ATS das universidades portuguesas e brasileiras?
Sim. A estrutura de coluna única e as fontes serif livres garantem uma leitura limpa dos principais sistemas de gestão académica. Os caracteres diacríticos (ã, ç, õ, í, é) são preservados no PDF, o que é essencial para nomes de instituições, revistas e trabalhos de campo internacionais.
Posso utilizá-lo para candidaturas internacionais?
Sim. O formato europeu é reconhecido imediatamente pelos recrutadores das universidades norte-americanas (R1, liberal arts colleges) e britânicas (Russell Group). Para uma candidatura transatlântica, prepare uma versão curta (2 páginas) para o screening inicial e um CV longo (5-8 páginas) que detalhe cada comunicação, segundo a convenção norte-americana nas humanidades.