Sobre este modelo
O modelo Serviço Social é um CV académico em Nunito com acento castanho quente — calibrado para os académicos em serviço social cuja prática e investigação se entrelaçam. Secções parcerias comunitárias, investigação-ação e contribuições para as políticas públicas. O formato passa os ATS Workday, Interfolio e as plataformas de recrutamento das escolas superiores de serviço social (ISCSP-ULisboa, ISMT Coimbra, ISSS Porto, Universidade Católica Portuguesa Serviço Social, Columbia School of Social Work, EHESP, Glasgow School of Social Work).
Para que perfil?
É adequado a investigadores e professores universitários em serviço social, intervenção social e políticas sociais, profissionais seniores (diretores de lares residenciais, inspetores de serviços sociais) que viram para a docência-investigação, candidatos a professor auxiliar em faculdades de serviço social, peritos em investigação-ação comunitária candidatos a cátedras patrocinadas pelas autarquias ou pela Cáritas Portugal, e bolseiros em políticas sociais (CIES-ISCTE, ISS, CEPCEP-Católica).
Como utilizá-lo
Cinco blocos estruturam o documento — Investigação (eixos alinhados com a unidade, com campo ou população estudada), Publicações (revistas Intervenção Social, Configurações, British Journal of Social Work, Social Work Research), Parcerias comunitárias e investigação-ação, Contribuições para as políticas públicas (relatórios parlamentares, peritagens para autarquias e ISS, auditorias da proteção de crianças), Docência e formação contínua. Para as parcerias com autarquias e CMs, indique a natureza da parceria (investigação, peritagem, avaliação) e o período. Long-tail útil: « CV investigador serviço social », « modelo CV doutorado intervenção social », « CV professor auxiliar serviço social ISCSP », « CV perito proteção de crianças política social », « CV investigador CIES-ISCTE ».
Perguntas frequentes
Como apresentar uma investigação-ação sem a confundir com uma missão de consultoria?
A investigação-ação mobiliza um protocolo metodológico formalizado (quadro teórico, recolha de dados, validação por pares) e dá lugar a publicação académica ; a missão de consultoria entrega um relatório pericial sem peer review. Reserve a secção Publicações para as primeiras e crie uma secção « Contribuições para as políticas públicas » para as segundas. Uma comissão A3ES ou ISCSP-ULisboa lê imediatamente a diferença.
É necessário quantificar o impacto das parcerias com autarquias ou ISS?
Sim quando possível. Indique o número de beneficiários cobertos (« avaliação desdobrada sobre 40 000 beneficiários do RSI em Lisboa »), a duração da parceria, e os entregáveis produzidos (relatório, fichas-instrumento, vídeos de formação). Para as cátedras patrocinadas por autarquias ou pela Cáritas, estas métricas contam tanto como uma publicação em BJSW para o comité de seleção.
O modelo funciona para um perfil proteção de crianças ou serviços sociais?
Sim. Reserve uma secção « Campo e população » que precise a população estudada (crianças em acolhimento residencial, menores não acompanhados, jovens em saída de medida de promoção, famílias em intervenção socioeducativa) e o quadro institucional (CPCJ, ISS, Tribunal de Família e Menores). Para as comissões A3ES e ISCSP, esta granularidade do campo é esperada — um trabalho sobre crianças em acolhimento residencial em Lisboa não tem o mesmo enquadramento que um trabalho sobre MENA no Porto.