Modelo de currículo

Pack de Autocolantes

Vibe pack de autocolantes Y2K com autocolantes coloridos em rotação, display Bagel Fat One e badges arredondados. Para criadores TikTok e designers social-first que desenham para o swipe.

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Criativo
  • Testado e parseável pelos ATS
  • Disponível em 180+ idiomas
  • Editável no nosso editor online
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Pack de Autocolantes

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Sobre este modelo

O modelo Pack de Autocolantes assume uma vibe Y2K renovada: autocolantes coloridos em rotação, display Bagel Fat One, badges arredondados, palete saturada. O CV lê-se como um despejo de autocolantes colados num caderno de TikToker — que é precisamente o código visual esperado pela cena social-first contemporânea. Não é um CV ATS-safe: é pensado para um brand manager de grande consumo, um creative lead numa marca DTC ou uma agência social que procura um designer que fale diretamente ao polegar que faz scroll. O formato funciona para candidaturas onde a atenção se mede em segundos e onde a assinatura visual é o argumento de venda.

Para que perfil?

Para criadores TikTok e Instagram, designers social media, content strategists em marcas de grande consumo (Sephora Portugal, MAC, Glossier, Fenty Beauty, bem como as marcas DTC ibéricas Skin Up Lisboa, Castelbel Porto, Benamôr 1925, Couto Pasta Medicinal, A Vida Portuguesa retail design, Marlú Portugal, Foreva Sneakers) e criadores em beleza, moda ou lifestyle. Convém a agências sociais boutique (We Are Social Lisboa, Iconosquare clients, Bar Ogilvy Social, Brando do Brand) e a equipas brand de marcas DTC que pilotam a sua criação interna (Castelbel, A Vida Portuguesa, OYSHO Spain em parte). Adaptado a diplomados IADE Universidade Europeia design, ESAD Matosinhos comunicação visual, FBAUL multimédia, bem como perfis autodidatas via Instagram e TikTok que assumem a sua orientação Gen Z.

Como utilizá-lo

Integra os links sociais pro no cabeçalho (Instagram, TikTok, Behance) evitando os @ pessoais — privilegia uma conta pro distinta com cifras legíveis (seguidores, taxa média de engagement, visualizações médias). Na secção Projetos, lista 5-7 campanhas de destaque com a marca, o tipo de entregável (lançamento de produto, reposicionamento, série de stories patrocinadas, conteúdo orgânico), a performance medida (impressões, engagement rate, vendas atribuídas) e o teu papel. Para campanhas sob embargo (lançamentos próximos), mantém-te no setor sem nomear. Coerência portfolio esperada: um Instagram pro que mostre as peças no seu contexto plataforma (story screenshots, reels stills) em vez de flatlays descontextualizados. Long-tail: « CV social media designer freelance », « modelo CV content strategist marca DTC », « CV creative lead beleza Instagram », « CV designer TikTok freelance », « CV brand designer Castelbel A Vida Portuguesa ».

Perguntas frequentes

É preciso mostrar as métricas de seguidores e engagement no CV?

Sim, os brand managers e creative leads do segmento social-first esperam-no. Indica o número atual de seguidores (sem inflacionar), a taxa média de engagement sobre os últimos 90 dias (calculada sobre a média de likes + comentários dividida pelo número de seguidores) e o alcance médio dos reels. Estas métricas são verificáveis via Crunchbase, SocialBlade ou diretamente via as contas — qualquer aproximação é detetada imediatamente. Para as contas pro de marca que geriste, menciona o crescimento pilotado durante o teu mandato (« +85k seguidores em 12 meses na conta Sephora Portugal »).

Como apresentar uma parceria de afiliação ou uma colaboração remunerada por produto?

Distingue claramente as colaborações remuneradas (com menção « colaboração patrocinada » ou « campanha paga pela marca ») dos conteúdos orgânicos. Para parcerias a longo prazo com uma marca (por exemplo embaixadora de uma marca de beleza durante 12 meses), menciona a duração da colaboração e o perímetro (criação de conteúdo exclusiva, brand consulting, design social). Esta transparência é valorizada pelas marcas recrutadoras que querem saber se tens a experiência de uma relação comercial estruturada — não apenas golpes one-shot.

O modelo convém para uma candidatura em agência de relações públicas tradicional?

Não, a evitar em agências RP institucionais (Edelman Portugal, Weber Shandwick, Burson Cohn & Wolfe, LLYC Lisboa, Lift Consulting) que esperam um CV muito mais sóbrio orientado a pitch e media relations. O modelo está calibrado para a criação de conteúdo visual em plataforma social, não para o pitch à imprensa. Para uma transição social-first para RP tradicionais, prefere um CV neutro tipo ATS Nome Centrado e faz do portfolio social o complemento, não a peça mestra.

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