Modelo de currículo

Indústria — Biotecnologia

Maquetação clínica em Manrope e Inter sobre papel menta com detalhe violeta profundo e micro-etiquetas em JetBrains Mono. Secções dedicadas a publicações, patentes, fases de ensaios clínicos e plataformas de laboratório — as métricas que os recrutadores biotech realmente leem.

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Setor
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Indústria — Biotecnologia

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Sobre este modelo

O modelo Indústria — Biotecnologia é um CV clínico composto em Manrope e Inter sobre papel menta, com acento violeta profundo e microetiquetas em JetBrains Mono. Secções dedicadas a publicações, patentes, fases de ensaios clínicos e plataformas de laboratório estruturam a leitura em torno dos indicadores que os recrutadores biotech e farma analisam primeiro.

Para que perfil?

Dirige-se a doutorados em ciências, responsáveis de I&D, perfis de operações clínicas e assuntos regulatórios que aspiram a Bial, Hovione, Octapharma Portugal, Tecnimede, BlueClinical, Tecnifar, Ferring Portugal, Generis Farmacêutica e às CRO europeias (ICON, IQVIA, Parexel, Syneos). Igualmente relevante para investigadores em medicina translacional e engenheiros de bioprocesso em spin-offs universitárias (IMM, iBET, ITQB) a preparar rondas Série A ou B.

Como utilizá-lo

Estruture as experiências por área terapêutica (oncologia, imunologia, doenças raras, neurologia, cardiometabolismo), fase (pré-clínica, Fase I, IIa, IIb, III, IV) e indicadores de pipeline (alvo validado, lead optimization, IND submetido). Cite publicações por quartil Scimago em vez de fator de impacto para uma leitura estável. Mencione sistematicamente os padrões GxP dominados (GLP, GCP, GMP, GVP) e as submissões FDA, EMA ou INFARMED a que contribuiu.

Perguntas frequentes

Como citar patentes num CV biotech?

Distinga sistematicamente o estado jurídico. Patente concedida: número completo (ex. EP3456789 B1, PT110123 B1) e jurisdição. Pedido em exame: número seguido de A1 e a menção «em exame». Indique a sua posição (inventor principal, coinventor). Tudo é verificável em Espacenet, INPI Portugal e WIPO PatentScope — a aproximação é detetada de imediato.

É preciso indicar o fator de impacto das revistas?

Para candidaturas em Portugal e Itália, sim. Para a Suíça (Roche, Novartis), Alemanha (BioNTech, Merck KGaA), Estados Unidos e Reino Unido, o quartil Scimago (Q1, Q2) é melhor percebido — é menos manipulável e sobrevive às mudanças editoriais. Para uma candidatura internacional, indique ambos entre parênteses.

Como apresentar uma experiência CRO multi-sponsor?

Liste estudos por fase e área terapêutica sem nomear os promotores sob NDA. «Fase IIb oncologia tumores sólidos, n=240 doentes, 18 centros europeus, duração 36 meses» é mais legível e convincente do que «promotor farmacêutico Top 10». Os diretores clínicos descodificam o formato e preferem a precisão operacional.

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