Sobre este modelo
O modelo Indústria — Farmacêutica é um CV regulado composto em Manrope e Inter, com microetiquetas em JetBrains Mono e um acento verde clínico. As secções acompanham os ambientes GxP — fases clínicas, dossiers regulatórios FDA e EMA, publicações e áreas terapêuticas — sem cair na austeridade ATS pura, o que fala aos recrutadores big pharma como às biotechs cotadas.
Para que perfil?
Dirige-se a responsáveis medical affairs, regulatory affairs, operações clínicas, farmacovigilância e qualidade que aspiram a Bial, Hovione, Tecnimede, Tecnifar, Generis Farmacêutica, Atral Cipan, Bluepharma, Bayer Portugal, AstraZeneca Portugal, Novartis Farma, Pfizer Portugal e às CRO (ICON, Parexel, Syneos). Igualmente relevante para perfis market access, HEOR e acesso ao mercado em candidatura GSK ou Roche Portugal.
Como utilizá-lo
Estruture as experiências por área terapêutica (oncologia, imunologia, neurociência, doenças raras, cardiometabolismo) e por fase clínica (I, IIa, IIb, III, IV, gestão do ciclo de vida). Cite as submissões a que contribuiu (IND, NDA, MAA, INFARMED, EMA centralizada) com papel e resultado (aprovado, retirado, em revisão). Mencione os padrões (ICH-GCP, ICH-GMP, ISO 14155, 21 CFR Part 11) e as inspeções passadas (FDA, EMA, INFARMED, MHRA) para as quais preparou.
Perguntas frequentes
É preciso citar as moléculas sob embargo I&D?
Enquanto a molécula não entrar em clínica pública (referência ClinicalTrials.gov, EU Clinical Trials Register), permaneça no alvo terapêutico ou na classe («inibidor de cinase, oncologia tumores sólidos») sem nomear o composto. Após o IND ou a primeira submissão EMA, o composto é público — cite-o pelo seu nome de código (ex. BIAL-440181).
Como apresentar uma inspeção FDA ou EMA bem-sucedida?
Mencione o tipo de inspeção (PAI, BIMO, GMP, GCP, GPvP), o ano, a jurisdição e o resultado (NAI no action indicated, VAI voluntary action indicated, OAI). Os recrutadores regulatory e compliance das big pharma valorizam enormemente a experiência de inspeção — é um sinal de seniority operacional que não se pode inventar.
Convém para candidaturas dispositivos médicos?
Sim mas com adaptação. Os dispositivos médicos estão sob MDR (UE) e 510(k)/PMA (FDA), não no mesmo quadro do medicamento. Substitua as fases clínicas pelas classes de dispositivos (I, IIa, IIb, III) e as submissões IND/NDA por 510(k), De Novo ou PMA. Os recrutadores (Stryker, Medtronic Portugal, Novabase Saúde) reconhecem o esforço de adaptação.